Às vezes é preciso é ideias e vontade de fazer... Notícia retirada de http://www.cienciahoje.pt/
A ponte produzirá mais de 40 milhões de quilowatts por ano
Electricidade gerada pela ponte poderia abastecer 15 mil casas
Electricidade gerada pela ponte poderia abastecer 15 mil casas
Designers italianos desenvolveram o projecto de uma ponte que não se limita a unir duas margens, mas que incorpora painéis solares e aerogeradores e tem capacidade para produzir mais de 40 milhões de quilowatts de energia por ano.
Francesco Colarossi, Giovanna Saracino e Luisa Saracino são os autores do “Solar Wind”, o projecto que aproveita o espaço inutilizado de um viaduto localizado no sul da Itália para produzir electricidade suficiente para abastecer 15 mil casas.
Os aerogeradores seriam colocados entre os pilares que suportam os 20 quilómetros de tabuleiro da ponte, onde seriam instalados os painéis solares.
A restante área do viaduto poderia ser transformada num parque para os motoristas pararem e descansarem ou até usufruirem de um lanche de produtos biológicos produzidos e vendidos no local. Além disso, poderiam contemplar a vista panorâmica para a costa italiana.
Este projecto foi concebido para um concurso realizado pelo governo da região da Calábria, na Itália, com o objectivo de angariar ideias para substituir de forma sustentável algumas pontes velhas e não utilizadas existentes no local.
O "Solar Wind" conquistou o segundo lugar, enquanto o primeiro prémio foi entregue a um trabalho inglês que projecta uma ponte com pouco impacto ao nível paisagístico.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Italianos projectam ponte que produz energias renováveis
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domingo, 23 de janeiro de 2011
Escola Electrão
Entramos na fase final da recolha de REEEs.
Já só falta uma semana e um dia. Não se esqueçam de contribuir, trazendo os vossos equipamentos eléctricos e electrónicos ao nosso ponto de recolha, na Escola EB 2,3/S Pedro Ferreiro.


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Visita ao Museu da Electricidade e ao CCB
Dia 10 de Janeiro fomos em mais uma visita de estudo.
Desta feita, fomos visitar o Museu da Electricidade, no âmbito do nosso curso, e ao CCB, uma vez que fomos com as alunas do curso de animação sociocultural.
Saimos perto das 9h de Ferreira do Zêzere em Direcção a Lisboa. A viagem correu bem, apesar de, quando chegamos a Lisboa, estar muito transito.
Já no Museu, iniciamos a visita com algumas actividades experimentais respeitantes aos efeitos da corrente eléctrica e aos modos como as podemos produzir.
Aqui, percebemos, por exemplo, que uma corrente eléctrica cria um campo magnético à sua volta, tal como a Terra. Esse efeito pode ser verificado fazendo passar uma corrente por um fio e, ao aproximarmos uma bússola, verificamos a sua declinação.
Por outro lado, se variarmos o campo magnético numa bobine, conseguimos induzir uma corrente no fio.
Com excepção dos painéis fotovoltaicos, é assim que se produz a energia eléctrica na maioria das centrais.
Tivemos, ainda, uma surpresa no Museu. Estavam a fazer uma promoção do Museu com o Maestro Vitorino de Almeida e podemos ouvi-lo, um pouco, ao piano...
Um dos pontos altos foi termos entrado numa das caldeiras...
Finalizamos a visita com um conjunto de experiências masis livres, como uma bola de plasma, entre outros.
Desta feita, fomos visitar o Museu da Electricidade, no âmbito do nosso curso, e ao CCB, uma vez que fomos com as alunas do curso de animação sociocultural.
Saimos perto das 9h de Ferreira do Zêzere em Direcção a Lisboa. A viagem correu bem, apesar de, quando chegamos a Lisboa, estar muito transito.
Já no Museu, iniciamos a visita com algumas actividades experimentais respeitantes aos efeitos da corrente eléctrica e aos modos como as podemos produzir.
Aqui, percebemos, por exemplo, que uma corrente eléctrica cria um campo magnético à sua volta, tal como a Terra. Esse efeito pode ser verificado fazendo passar uma corrente por um fio e, ao aproximarmos uma bússola, verificamos a sua declinação.
Por outro lado, se variarmos o campo magnético numa bobine, conseguimos induzir uma corrente no fio.
Com excepção dos painéis fotovoltaicos, é assim que se produz a energia eléctrica na maioria das centrais.
Tivemos, ainda, uma surpresa no Museu. Estavam a fazer uma promoção do Museu com o Maestro Vitorino de Almeida e podemos ouvi-lo, um pouco, ao piano...
Seguiu-se a visita pelo resto do Museu. Podemos observar os diferentes locais da antiga central termoeléctrica, bem como o modo como as condições (terríveis) nas quais os trabalhadores laboravam na central.
Um dos pontos altos foi termos entrado numa das caldeiras...
Finalizamos a visita com um conjunto de experiências masis livres, como uma bola de plasma, entre outros.
Após o almoço, fomos, então ao CCB com as nossas colegas visitar uma exposição de arte.
De volta a Ferreira do Zêzere, felizmente, tudo correu bem.
As nossas fotos »»AQUI««
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Recolha de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE)
Estamos participar no Projecto Escola electrão recolhendo equipamentos eléctricos e electrónicos para reciclagem e valorização dos resíduos.
É uma forma de ajudarmos o ambiente.
Traz à nossa escola os teus equipamentos avariados tais como: equipamentos informáticos, equipamentos de iluminação, brinquedos eléctricos e electrónicos, equipamentos de desporto e lazer, aquecedores, televisores, aparelhagens, e outros equipamentos de consumo, ferramentas eléctricas e electrónicas, instrumentos de monitorização e controlo, aparelhos médicos, distribuidores automáticos.
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Stop global Warming
O vídeo que se segue, é uma maneira original e muito bonita para alertar sobre a necessidade de se diminuir o nosso impacto na Terra, reduzindo o a emissão de gases com efeito de estufa, logo o denominado Aquecimento Global.
O aquecimento global é o termo relacionado com o facto do Homem libertar cada vez mais gases com efeito de estufa para atmosfera, fazendo com que o nosso planeta tenha uma temperatura cada vez mais elevada.
O efeito de estufa resulta da interacção entre a radiação solar (principalmente a radiação infravermelha) com algumas moléculas que se encontram na atmosfera, tais como o dióxido de carbono, ou o metano. Este efeito faz com que a radiação que normalmente escapa para o espaço, fique como que aprisionada na Terra, aumentando,assim, a sua temperatura.
O Efeito de estufa, dentro de certos limites, não é algo de mau. De facto, caso não existisse, a temperatura média da Terra era muita mais baixa (cerca de 30 ºC mais baixa do que a actual). No entanto, com a crescente poluição atmosférica causada pelo Homem, este efeito tem sido cada vez mais intenso o que pode fazer com quer a Terra eleve demasiado a sua temperatura...
O aquecimento global é o termo relacionado com o facto do Homem libertar cada vez mais gases com efeito de estufa para atmosfera, fazendo com que o nosso planeta tenha uma temperatura cada vez mais elevada.
O efeito de estufa resulta da interacção entre a radiação solar (principalmente a radiação infravermelha) com algumas moléculas que se encontram na atmosfera, tais como o dióxido de carbono, ou o metano. Este efeito faz com que a radiação que normalmente escapa para o espaço, fique como que aprisionada na Terra, aumentando,assim, a sua temperatura.
O Efeito de estufa, dentro de certos limites, não é algo de mau. De facto, caso não existisse, a temperatura média da Terra era muita mais baixa (cerca de 30 ºC mais baixa do que a actual). No entanto, com a crescente poluição atmosférica causada pelo Homem, este efeito tem sido cada vez mais intenso o que pode fazer com quer a Terra eleve demasiado a sua temperatura...
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As Leis dos Gases
Nas aulas de Física e Química abordou-se, no módulo Q6, as propriedades dos materiais nos diferentes estados físicos.
Na que respeita aos gases, realizámos experiências muito simples e exemplificativas de como os gases se comportam consoante ocorrem variações de pressão, volume e temperatura.
Uma experiência muito simples, consiste em aquecer um pouco de água numa lata de sumo até começar a aproximar-se do ponto de ebulição. De seguida, inverter a lata para um balde de água fria e observar.
Eis um vídeo exemplificativo:
A lata irá implodir. Este facto pode ser explicado devido ao gás, no interior da lata, reduzir rapidamente a sua temperatura, logo a pressão no seu interior irá ser reduzida rapidamente. Como o ar no exterior exerce uma pressão sobre a lata superior à existente no sue interior, a lata colapsa...
Uma outra experiência, consiste em colocar um ovo dentro de uma garrafa. Para tal, coze-se bem um ovo e descasca-se. Coloca-se em cima do gargalo de uma garrafa e verifica-se que o mesmo não passa. De seguida, acende-se um fósforo (ou incendeia-se um pouco de papel) e coloca-se o mesmo dentro do recipiente, tapando-o imediatamente com o ovo. Eis o que acontece:
Mais uma vez, após os fósforos apagarem-se, o gás no interior da garrafa irá diminuir a sua temperatura. Logo, de acordo com o que aprendemos, a pressão no seu interior irá, também, diminuir puxando o ovo para dentro.
Na que respeita aos gases, realizámos experiências muito simples e exemplificativas de como os gases se comportam consoante ocorrem variações de pressão, volume e temperatura.
Uma experiência muito simples, consiste em aquecer um pouco de água numa lata de sumo até começar a aproximar-se do ponto de ebulição. De seguida, inverter a lata para um balde de água fria e observar.
Eis um vídeo exemplificativo:
A lata irá implodir. Este facto pode ser explicado devido ao gás, no interior da lata, reduzir rapidamente a sua temperatura, logo a pressão no seu interior irá ser reduzida rapidamente. Como o ar no exterior exerce uma pressão sobre a lata superior à existente no sue interior, a lata colapsa...
Uma outra experiência, consiste em colocar um ovo dentro de uma garrafa. Para tal, coze-se bem um ovo e descasca-se. Coloca-se em cima do gargalo de uma garrafa e verifica-se que o mesmo não passa. De seguida, acende-se um fósforo (ou incendeia-se um pouco de papel) e coloca-se o mesmo dentro do recipiente, tapando-o imediatamente com o ovo. Eis o que acontece:
Mais uma vez, após os fósforos apagarem-se, o gás no interior da garrafa irá diminuir a sua temperatura. Logo, de acordo com o que aprendemos, a pressão no seu interior irá, também, diminuir puxando o ovo para dentro.
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Ligas com Memória de Forma
As ligas metálicas são materiais constituídos por um metal e outro material (metal ou não-metal), tendo uma aparência homogénea.
A criação de ligas é importante uma vez que podemos obter propriedades diferentes das que os metais apresentam quando se encontram sozinhos.
Uma das ligas das quais nos referimos nas aulas de Tecnologias e Processos é a liga de Níquel e Titânio, vulgarmente chamada de Nitinol.
Esta liga é uma liga com memória de forma, ou seja, é uma liga que podemos moldar com uma determinada forma, deformá-la e, sob certas condições, a liga volta à forma inicial.
Vejam o exemplo desta liga no vídeo que se segue:
A criação de ligas é importante uma vez que podemos obter propriedades diferentes das que os metais apresentam quando se encontram sozinhos.
Uma das ligas das quais nos referimos nas aulas de Tecnologias e Processos é a liga de Níquel e Titânio, vulgarmente chamada de Nitinol.
Esta liga é uma liga com memória de forma, ou seja, é uma liga que podemos moldar com uma determinada forma, deformá-la e, sob certas condições, a liga volta à forma inicial.
Vejam o exemplo desta liga no vídeo que se segue:
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